Atualizações de otubo Ativar/desativar aninhamento de comentários | Atalhos do Teclado

  • otubo 0:16 em 23 de April de 2011 Link Permanente | Resposta
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    Viagem no tempo, eram os deuses astronautas, religião e teoria da conspiração 

    Isso mesmo, tudo junto ao mesmo tempo agora.

    Conversando sobre religião com a namorada hoje no almoço cheguei a uma divertida teoria da conspiração. Ela dizia algo sobre comer carne no feriado e tal, eu conclui: Mesmo por que, nossos deuses eram astronautas, tudo besteira esse negócio de religião. E esses astronautas, que se não eram de outro planeta, eram humanos mesmo vindos do futuro numa missão estilo Terminator pra salvar um futuro apocalíptico. Na verdade, viagem no tempo já existe mas é de interesse da igreja que ninguém saiba. Imagina voltar no tempo e descobrir que Jesus era só mais um astronauta?

    Silence follows… 🙂

     
    • Ricardo Cerri 17:44 em 26 de abril de 2011 Link Permanente

      Acredito que seja besteira também ficar discutindo se é ou não besteira a religião. Acho que é tudo uma questão de fé! Fé é exatamente isso: você acredita naquilo que não pode ser provado ou que pareça absurdo. Muitas vezes tenho discussões com meus amigos quase cientistas e cheguei à conclusão que simplesmente é difícil discutir essas coisas. Não dá pra provar que Deus não existe, mas também não dá pra provar que ele existe. Tá certo isso? rsrs
      Enfim, acho que é a questão da fé mesmo! Ou você acredita ou não, e ponto final. 🙂

    • otubo 17:54 em 26 de abril de 2011 Link Permanente

      Ta certo sim, Cerri. Concordo contigo! A conversa/teoria era mais na base da galhofa mesmo, nada sério. E o negócio aqui não é discutir se religião/fé/deus existe ou não. Nada disso, isso é pessoal e não da muito pra discutir mesmo.

      Escrevi sobre isso pra botar em algum lugar, e quem sabe gerar alguma discussão em torno de um assunto que tenho lido bastante ultimamente: “Eram os deuses astronautas?” Apesar de ser bastante tendencioso, o livro/documentário é extremamente interessante. Joga na mesa um ou dois fatos (dos cinquenta que cita) que realmente faz parar pra pensar e questionar algumas coisas.

      Ainda não tomei partido da teoria (nem de nada, por enquanto) mas da pra parar pra pensar, isso da 🙂

    • Fernando Barbosa Ramos Terra 11:45 em 27 de abril de 2011 Link Permanente

      É, poderia combinar as 2 teorias mesmo (viagem no tempo e deuses astronautas). Pois, ao voltar no tempo, você chegaria na mesma coordenada x,y,z de localização do universo em que se encontrava. E então, devido ao movimento de translação/rotação da Terra, pode ser que a Terra esteja a alguns kilômetros dali. Então, para garantir, teria que viajar dentro de uma nave, assim você chega no espaço e depois aterrissa (na Terra).

      Ou então é porque no futuro a Terra já está destruída e eles vivem em outro planeta. E aí primeiro eles tem que voltar no tempo e depois viajar para a Terra.

    • fernando freitas 18:19 em 10 de agosto de 2012 Link Permanente

      O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE: ERAM OS DEUSES ASTRONAUTAS É PREJUDICIAL PARA QUEM ACHA QUE O MUNDINHO É DO JEITINHO QUE APRENDEMOS NA ESCOLINHA.

  • otubo 0:03 em 23 de April de 2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: pensamentos arezzo   

    Sobre esse bafafá da Arezzo 

    Bem este post é fruto de um email ou dois trocados com meu brother Trecker e de algumas reflexões no facebook com meia dúzia de amigos. Não vou julgar aqui o fato de comercializar peles é algo justo ou não do ponto de vista dos diretios dos animais. Também nāo vou tomar partido se isso é correto do ponto de vista do cidadão que consome esse tipo que produto, isso cabe a cada um saber. O máximo que consego fazer por hora são apenas algumas opiniōes soltas:

    Produção de carne e comercialização de peles andam lado a lado. Calma, explico: Me parece que esses caminhos são apenas extrapolaçōes daquela caça rudimentar. Cultivar animais para pegar um pedaço já acontece a um tempão, seja pra vender a carne ou a pele que muitas vezes nós também chamamos de … COURO. Poisé usar couro bovino (e até de outros animais) já é consumido a um tempo também. E isso é bem mais aceito do que peles, vai entender. Acho razoável colocar isso tudo no mesmo balaio, acho estranho reclamar de um e não de outro. Do ponto de vista legal, Arezzo alega estar tudo ok. Suas peles entram legalmente no país – mesmo por que isso tem uma fiscalização bem forte. AGORA, se a fornecedora faz merda com os bicnhinhos daí já é outra história.

    Pronto, joguem suas pedras.

     
    • Lucia Freitas 17:19 em 26 de abril de 2011 Link Permanente

      será? a diferença entre o cultivo de boi e raposa, por exemplo, salta aos olhos. você assistiu aos vídeos que publiquei? #ficadica

    • otubo 17:39 em 26 de abril de 2011 Link Permanente

      Eu vi sim. Inclusive vi o Earthlings e o Food Inc (o primeiro mais vegan-oriented o segundo mais pé no chão mas ainda com um pouco de drama). O ponto mesmo que eu queria chegar era a *posição das pessoas em relação ao assunto*, só isso. Claro, admitindo que os precessos sejam todos legais, não quebrem nenhuma regra e tal.

      AGORA, se o do outro lado da história tem coisa podre, daí o problema é completamente diferente e daí sim eu tomo partido e bato na mesa. Tem todo o lance de direitos dos animais, que eles sofrem que podem estar em extinsão e tal. Mas isso mesmo eu não consigo discutir, por que não se sabe realmente ao certo se essas empresas fazem o serviço corretamente – e agora incluo crítica leve à Arezzo e sua fornecedora chinesa de peles – por que uma coisa é dizer que está tudo ok, passou pela alfândega e polícia federal e que o processo de obtenção de peles é regulamentado, outra coisa é se realmente é.

    • Lucia Freitas 22:27 em 26 de abril de 2011 Link Permanente

      a *minha* posição é simples e clara: boi a gente já cria e usa tudo – e é pra lá de fiscalizado (e bem, ao que parece daqui de Sampa… ); o mesmo vale para cabras e carneiros. Não acho, de verdade, que a gente precise de “pele exótica” no século 21, com tantos avanços na tecnologia têxtil.
      Brasil, né, otubo? CALOR, puxa vida. E, sim, eu sou a demente que, na primeira esfriadinha liga o aquecedor. Mas este país aqui é quente, não carece de pele.
      Eu fiquei passada quando li, no InFurMation, que até cães e gatos dançam na roda-viva da indústria das peles. Não achei uma única certificação para estas coisas. Se você encontrar, compartilha aí 😉

  • otubo 13:12 em 30 de August de 2010 Link Permanente | Resposta  

    Super Multi Style Game 

    É isso ai, fui fisgado pelos jogos de novo. De um jeito que não acontecia desde o colegial. E olha que as coincidências não param por ai, são os mesmos jogos. Pois é, ainda não tenho máquina pra brincar de StarCraft II.

    De qualquer modo, acabo de ter uma idéia que eu queria muito que a Blizzard implementasse. Tive a idéia vendo esse post do Jovem Nerd – Mate zumbis em 3ª pessoa em mapa de Starcraft 2 – ai vai:

    Imagine um jogo bem estilão StarCraft – estratégia vista de cima, construir unidades atacar bases inimigas e tal. Separe. Imagine agora um CounterStrike na fase de resgatar o VIP. Legal. Agora junte os dois: Um time de N+1 pessoas onde 1 seria o coordenador (o cara que joga no mapa visto de cima coordenando unidades, construindo soldados, bases, fazendo unidades e upgrades) e outros N, que seriam agentes especiais que estariam em primeira pessoa (FPS). No caso do StarCraft, imaginei o finado StarCraft Ghost. Algo como um agente que tem um caso especial pra completar uma missão.

    Blizzard, vou traduzir este post só pra você.

     
  • otubo 3:25 em 13 de July de 2010 Link Permanente | Resposta  

    A teoria da Ravina Clayton 

    No terceiro filme do “De volta para o futuro” existia um desfiladeiro onde supostamente uma professora, a Clara Clayton, deveria morrer e dar origem ao nome da tal ravina. No filme Dr Brown faz uma maquete com o esquema de sequestrar o trem, empurrar o Delorean até 88 milhas por hora e voltar a 1985.

    Pois bem, nesta maquete, existia o “point of no turning back”, passando dele, não dava mais pra frear. Ou o Delorean atingia 88 milhas por hora ou todo mundo iria pro vinagre. E é aí que entra a teoria.

    As pessoas normalmente evitam se entregar em um relacionamento. Evitam mostrar suas falhas ou admitir o que sentem. Os motivos são variados, ou é a síndrome de Peter Pan,  ou é trauma do relacionamento passado ou qualquer outro motivo escuso. Se um dia você decidir passar do “point of no turning back”, de duas uma: Ou vai ser tudo ótimo e você volta pra 1985, ou você se fode e cai no desfiladeiro. O problema então é chegar à esse ponto, chegar até ele significa decidir ir em frente ou frear e desistir. Até onde andei pensando esse ponto existe, mais cedo ou mais tarde você vai chegar a ele.

     
    • otubo 3:26 em 13 de julho de 2010 Link Permanente

      Sim, decidi passar do point of no turning back e acelerar. Wish me luck 🙂

    • B. 0:52 em 14 de julho de 2010 Link Permanente

      Certeza que nosso Delorean vai passar de 100 milhas. ❤

    • Isa 0:55 em 14 de julho de 2010 Link Permanente

      Mas é claro que vai! Tenham a certeza de que logo, logo vocês voltam para 1985 =))

  • otubo 3:04 em 13 de July de 2010 Link Permanente | Resposta  

    Por que reclamação tanto do CQC 

    Eu não entendo muito bem por que tem gente que odeia tanto o jornalismo do cqc.  E quem assiste ainda sofre discriminação, a elite cultural acha que nem jornalismo é.

    Mas calma, não estou aqui pra defender com unhas e dentes. Acho só que é uma boa fonte de informação e, como QUALQUER outra, não pode ser única.

    A diferença entre o jornalismo tradicional e o cqc é APENAS o formato desbocado de encarar as notícias. Entrevistas e perguntas-estilo-tapa-na-cara que você sempre quis fazer e nunca pôde.  De resto, o conteúdo é o mesmo. Tem matéria seria, tem bullshit, tem meta-reportagem e denúncias.

    Pra pensar 🙂

     
  • otubo 12:17 em 4 de January de 2010 Link Permanente | Resposta  

    o tapa 

    Existe uma classe de amigos que me intrigam bastante: São os que são muito próximos e ligeiramente mimados. Me intrigam pelo simples fato de me deixar em dúvida de como tratá-los. Para entender melhor a situação, recorro à teoria do tapa: Segundo essa teoria, uma pessoa só aprende algumas coisas através de um tapa bem forte dado na cara. Metáforas, please.

    Logo, em uma situação limite (onde essa mimação boba fica evidente) eu me pergunto: Já que sou amigo-brother, dou o tapa na cara? Ou relevo, uso de diplomacia, resolvo na conversinha mole e beleza assim?

    As consequências (se escolhida a primeira opção), dependendo da pessoa envolvida, podem ser um pouco tensas. Como por exemplo taxar você de nazista, bobo, chato e ridículo que só sabe bater na mesma tecla. Além disso, fica claro que depois dessa classificação a pessoa não vai se quer considerar a sua opinião, descartando-a. Bem, como essa não era a intenção desde o início, tentar usar a diplomacia ao invés do tapa não parece uma opção tão ruim agora, né?

    Fica a questã no ar.

     
  • otubo 13:50 em 7 de December de 2009 Link Permanente | Resposta  

    A viagem no tempo é possível 

    Eis que ontem no banho me veio à cabeça que o conceito de viagem no tempo é completamente possível. Siga o meu raciocínio:

    • Imagine uma infra de “cloud” com storage tendendo ao infinito.
    • Imagine um device biomecânico que é instalado diretamente no nosso olho que filma ABSOLUTAMENTE tudo que a gente vê. Agora coloque ai um cadinho de segurança, tipo quem pode ver, grupos de acesso e tal. (aqui eu imaginei aquelas coisas de segurança de linux mesmo User, Groups e Others)
    • Isso pode ser público dependendo do conteúdo (por exemplo, todo mundo pode ver minha viagem para Ouro Preto, exceto quando eu fui pro banheiro, ou quando eu estava tirando meleca do nariz)
    • Agora imagine um sistema todo em 3D (daqueles cinematográficos) que você vê esses vídeos como se estivesse lá mesmo.

    Pronto, tá inventada a viagem no tempo em modo readonly.
    (Pensando bem… Acho que Minority Report é quase isso né? Não lembro mais a história do filme)

     
  • otubo 13:36 em 25 de November de 2009 Link Permanente | Resposta
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    Orkutização do Twitter, twittertização do Orkut 

    Vamos começar analisando o que as pessoas estão dizendo por ai. Elas simplesmente não gostam da Orkutização do Twitter (ou vice-versa, li o oposto hoje). Mas qual o ponto disso? O ponto é que todo-o-mundo-inteiro-entrou-no-orkut-ao-mesmo-tempo-agora. E por que isso incomoda tanto? Por que tem muito (muito mesmo) lixo no Orkut.

    Oras, mas a internet é só um reflexo da vida real, certo? Tem muita tosqueira por ai boiando nos guetos que a gente nem conhece, aliás, agora conhece graças ao orkut.

    De novo, igualmente à vida real, ninguém é obrigado a participar da comunidade dos amadores de músicas do anos 80’s e nem dos que odeiam acordar cedo. Já dizia um grande blog ai: “É de gente que se faz web”. Então você está livre pra fazer conexões com quem e com o que quiser.

    A culpa não é por que o Orkut é ruim, ou por que agora tem um monte de miguxos no Twitter ou por que tem uma comunidade pras pessoas que não gostam de travesseiros verdes. A culpa é sua por consumir informação que não gosta e fica de #mimimi por causa disso.

    #prontofalei

     
    • Bruno Nigro 17:09 em 12 de janeiro de 2010 Link Permanente

      Rá! Que #tapanacara! xD

    • Tânia 9:15 em 1 de maio de 2010 Link Permanente

      pois é, também acho. E tem muito preconceito – de vários matizes – embutido nesses discursos sobre “favelização do orkut” e similares… Aliás, favelização?! E tosqueira tem de todo tipo, inclusive desse tipo que só as chamadas classes médias produzem. Muita tosqueira, tudo muito cool, cu demais. O modo como todo mundo correu pro facebook porque o orkut estava muito popular e até sua empregada já estava lá. Ouvi isso assim mesmo, de mais de um. Quer tosqueira maior que essa?

  • otubo 2:44 em 8 de September de 2009 Link Permanente | Resposta  

    A habilidade por trás dos sabres de luz 

    Hoje estava vijando com minha namorada ouvindo o nerdcast sobre Star Wars. No referido nerdcast, é comentado que a posição oficial de empunhar um sabre de luz é usando as duas mãos – no caso, Lord Vader usa apenas uma mão, mas o modo correto é usando as duas – e eu fiquei pensando: Sabres de Luz são tão leves quanto apenas seus próprios punhos! Isso quer dizer que a espada não possui balanço algum, tornando-se uma arma bastante desajeitada. Unindo-se isso ao poder de corte infinito, a necessidade de ser um Jedi para manuseá-la corretamente é até que justificável, vai. Logo… Não! Você não pode ter um sabre de luz. A não ser que você tenha uma taxa alta de midi-chlorians no sangue… blá blá blá.

    Sim, eu estou de férias e uma mente ociosa pensa nessas coisas. 🙂

     
    • Glauco Vinicius 3:38 em 8 de setembro de 2009 Link Permanente

      Ócio criativo no máximo hein?! =)

    • otubo 3:33 em 9 de setembro de 2009 Link Permanente

      Pra você ver o que uma maratona de Star Wars não faz com uma pessoa. Um viva às férias!

    • Amanda Magalhães 3:40 em 9 de setembro de 2009 Link Permanente

      Star Wars é bom demais. Sempre tento fazer uma maratona, mas a única pessoa que anima fazer isso comigo é minha prima de 9 anos e ela faz uns comentários um tanto quanto esquisitos durante o filme. Acabo perdendo o foco e pensando tipo ela: comparar os bichos que aparecem lá com os bichos da ‘vida real’. :-/

  • otubo 3:16 em 9 de August de 2009 Link Permanente | Resposta  

    Definição de POP 

    E esta definição não é minha, é do Caetano. No filme “Palavra Encantada” ele dizia mais ou menos assim: A música se torna pop se você (autor) colocar elementos pops nela. Sejam eles rifs, rimas, palavras, sons e até idéias… Elemetnos que em qualquer música faria sentido e sons que são fáceis de grudar na sua cabeça. Estrapolando do escopo musical, pode-se ver isso em filmes também. É a velha história do clichê.

     
    • b 12:27 em 10 de agosto de 2009 Link Permanente

      isso significa que voc~e não gostou de Juno? 😛

    • otubo 18:50 em 10 de agosto de 2009 Link Permanente

      Ah! Muito pelo contrário! Adorei o filminho. 🙂

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